A discussão, apreciação e aprovação de importantes matérias voltadas ao desenvolvimento do município e ao atendimento das demandas da comunidade marcou a 32ª sessão ordinária do ano legislativo, promovida pela Câmara de Vereadores de Araranguá na noite desta segunda-feira (06).

Durante a sessão, os vereadores deliberaram sobre requerimentos, indicações, projeto de lei, moção e aprovaram três Anteprojetos de Lei que agora seguem para apreciação do Poder Executivo. O Anteprojeto de Lei nº 084/2026, de autoria do vereador Carlos da Funerária, institui o sistema de segurança denominado “Botão do Pânico” nas escolas da rede pública municipal e nas unidades de saúde. A proposta busca ampliar a segurança de alunos, profissionais e usuários por meio de um dispositivo capaz de acionar, de forma imediata e silenciosa, as forças de segurança ou a central de monitoramento do município em situações de emergência, reduzindo o tempo de resposta em casos de risco.

Já o Anteprojeto de Lei nº 085/2026, de autoria do vereador Márcio Mano, institui o Programa Municipal de Sinalização Inteligente e Mobilidade Urbana Tecnológica. A iniciativa estabelece diretrizes para a implantação de sistemas inteligentes de trânsito, integrando tecnologias como monitoramento em tempo real, sensores, câmeras e sistemas semafóricos, além de incentivar ações de educação no trânsito, parcerias público-privadas e investimentos voltados à modernização da mobilidade urbana.

De autoria do vereador Evandro Conceição, o Anteprojeto de Lei nº 086/2026, cria o programa “Araranguá Verde – Cidade Sustentável”. A proposta contempla ações voltadas à preservação ambiental, arborização urbana, incentivo ao uso de energias renováveis, ampliação da coleta seletiva, instalação de EcoPontos, educação ambiental nas escolas, incentivo à mobilidade sustentável e criação do Selo Verde Municipal, fortalecendo políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável.

Ao defender a proposta em plenário, o vereador destacou que o Anteprojeto busca incentivar um planejamento de longo prazo para Araranguá, preparando o município para os desafios da mobilidade urbana, da tecnologia e da sustentabilidade. Segundo ele, a iniciativa propõe ampliar a arborização, fortalecer a coleta seletiva, incentivar o uso de energias renováveis, expandir a educação ambiental e promover políticas públicas que permitam à cidade “olhar para os próximos 150 anos”, projetando um futuro mais sustentável e com melhor qualidade de vida para a população.