A Polícia Civil de Santa Catarina prendeu, nesta segunda-feira (24), uma jovem de 25 anos suspeita de participação no assassinato de Dagno Pablo de Oliveira Vebber, de 26 anos. O crime aconteceu em 27 de novembro de 2023, em Balneário Arroio do Silva.

A prisão foi realizada pela DIC de Araranguá, com apoio da Delegacia de Homicídios de Caxias do Sul (RS), por volta do meio-dia, no bairro Kayser, em Caxias do Sul.

Segundo a investigação, a mulher usou a relação de amizade com a vítima para atrair Dagno. Ela trocou mensagens para descobrir onde ele estava e até foi até a cidade litorânea para confirmar o endereço. As informações foram repassadas ao grupo criminoso responsável pelo crime.

A investigada foi levada ao sistema prisional no Rio Grande do Sul e ficará à disposição da Justiça.

RELEMBRE O CASO
Polícia esclarece assassinato brutal em Balneário Arroio do Silva

Após 18 meses de investigação, a Polícia Civil de Santa Catarina conseguiu esclarecer o assassinato de Dagno Pablo de Oliveira Vebber, de 26 anos, morto com 19 tiros dentro de casa, na madrugada do dia 27 de novembro de 2023, em Balneário Arroio do Silva.

Dagno havia se mudado do Rio Grande do Sul para Santa Catarina depois de sofrer ameaças de morte. Ele teria se envolvido com a ex-companheira de um preso do sistema penal gaúcho, que acabou sendo o mandante do crime.

Mesmo preso, o mandante ordenou que comparsas localizassem Dagno e o matassem. A localização da vítima foi descoberta com a ajuda de uma advogada, que entregou ao grupo criminoso informações sigilosas do sistema de Justiça, como o endereço atualizado da vítima.

Ao todo, sete pessoas foram indiciadas: o mandante, três executores e três mulheres que ajudaram no planejamento e transporte do grupo. A Justiça autorizou a prisão preventiva de seis deles.

Nos dias 20 e 21 de maio de 2025, três envolvidos foram presos em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Três continuam foragidos, e a polícia segue em busca deles.

A advogada foi indiciada por violar o sigilo de informações judiciais. No entanto, ainda não foi comprovado se ela sabia que os dados seriam usados para cometer o crime.

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Com esse trabalho, a Polícia Civil demonstrou eficiência e compromisso com a verdade, dando uma resposta à sociedade e à família da vítima.